domingo, 19 de agosto de 2012

Saudades nossas


Tenho saudades.
Sim, saudades.
Saudades das nossas conversas, saudades de te ter sem ter, saudades de ser feliz na ignorância e de conseguir que o meu coração acredite naquilo que a razão me obriga a esquecer!
Perguntas-te se tenho saudades de sofrer?
Não sei!
Talvez sim!
Talvez não!


Mas sofre, é algo difícil de definir, tal e qual como aquilo que eu sinto por ti!

Não mentimos todos?



Não conheço ninguém que goste daa mentira, todos dizem odiar a mentira, todos dizem que mentir e para os fraco e todos julgam quem mente, mas na realidade não mentimos todos?
Sim existem pessoas que mentem constantemente , mas nos sabemos o porque? Sabemos  a razão de o fazerem? sabemos se o fazem por gosto?
Não, eu não estou a tentar desculpar a mentira, nem quem mente, mas se calhar existem razoes que levam as pessoas a mentir....Talvez as mentiras sejam difíceis de esquecer, de perdoar ou ate mesmo de compreender, mas será que temos o direito de apontar o dedo?

E na realidade não mentimos todos?

Não levem a mal, mas ja não mentimos todos sobre alguma coisa?
Sobre nos?
Sore quem somos?
Sobre o que queremos?
Sobre os nossos sonhos?
Sobre as nossas vontades?
Sobre os desejos?
Sobre o que achamos dos outros?
Sobre os nossos medos e receios?
Ou sobre nos?

Será que não mentimos mesmo?
As vezes envolvemos -nos de tal forma numa mentira, que já não conseguimos sair dela e começamos a achar que isso e a verdade...

Mas para que apontar o dedo?

Afinal, já não mentimos todos??

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Tudo o que era,
já não é.
Tudo aquilo que pensava existir,
desapareceu.
Tudo o que dizias,
eram meras palavras.
Tudo o que sonhava,
de sonhos não passou.

Pois tu que dizias ser alguém diferente, ser alguém com sentimentos, mostraste-me que as palavras são apenas palavras!
As atitudes é que contam!
E de que sevem palavras meigas, quando com a tua atitude me magoas?
Esperei de mais de alguém que me prometeu fazer sempre sorrir e que acabou por se tornar a pessoa que mais me magoou. Agora olho para ti e já não veijo o que via.
Não sei se imaginei ou se me iludi, mas via os teus olhos brilhar e sentia o teu coração bater, agora?
O teu olhar é gélido e frio, e no teu coração...está uma pedra!
Tornaste em algo que eu nunca quis ver, mas sempre soube que existia!